Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

riscos_e_rabiscos

.

.

Da humildade de cada um.

Várias situações e várias pessoas me têm levado a pensar e a chegar a uma mesma conclusão.

 

À minha volta, estou rodeada por pessoas que já se encontraram na mó de baixo, em situações de dificuldade mas que conseguiram dar a volta por cima. Ainda bem para elas e que todos nós consigamos fazer o mesmo! Reparo, no entanto, que com o crescimento do seu sucesso, se têm esquecido de ser humildes, se têm esquecido de quem os ajudou a crescer, ignorando-os. 

 

É como se lhes desse uma rabanada de vento no cérebro e lhes levasse da lembrança que um dia já estiveram numa situação menos favorável e que se se levantaram foi, em parte, graças aqueles que ignoram agora. Foram estes que recorreram aos seus serviços, que reconheceram o seu mérito. E nunca menosprezar quem aparece pela primeira vez pois estes podem ser uma grande fonte de rendimento.

 

Defendo que simpatia, humildade e profissionalismo nunca fez mal a ninguém. Que devemos agradecer sempre por nos terem ajudado pois não se sabe o dia de amanhã e se não vamos precisar, de novo, dessas mesmas pessoas que ignoramos.

 

Sempre ouvi dizer que a queda é mais rápida do que a ascensão. 

De um momento para o outro somos nada.

Tinha planeado dedicar-me ao trabalho de manhã. Queria  planificar umas aulas e depois terminar mais umas peças que estavam em stand-by. Toca o telefone às 10 horas: era a minha tia de Santarém.

 

Os cumprimentos do costume, as perguntas da praxe para saber como está a família e a minha tia diz-me com voz tremelicante que tinha sido operada à vista e que tinha ficado sem ver nada mas que o razão do telefonema era outra, e pior: tinha morrido o marido de uma das minhas primas.

 

Fiquei sem palavras. Um homem novo e de forma súbita. Tinha ido tratar de umas coisas a um terreno e não tinha ido almoçar a casa e nem dado qualquer sinal de vida. Preocupada, a minha prima pegou no filho mais novo e foi ver o que se passava. O miúdo foi o primeiro a avistar o pai deitado no chão e quando lá chegou viu que estava morto.

 

O miúdo ficou em choque, como é claro. Está toda a família em choque. Um homem novo, boa pessoa, trabalhador e amigo. Deixa um filho pequeno, uma filha que entrou agora para a faculdade e uma mulher a precisar também muito dele.

 

Há tanta gente que não vale nada e que a morte não os leva...

 

De repente somos nada!

Cá estou eu de novo! :)

Já há alguns dias que não digo nada aqui no blog. Não é por nada de especial, nem por me ter mais alguma desgraça. Talvez seja por algum cansaço e principalmente porque tenho sido atacada por fortes dores de cabeça. Podem perguntar porquê mas não vos sei responder. 

Tenho dado uns saltinho apenas ao facebook para dar a conhecer a minha página, para informar tanto do sorteio de um miminho (quem ainda não concorreu, concorra faxavore!!! :P) como da aceitação de encomendas para o Natal.

 

No fim de semana estive assim a modos que meia de molho. Este tempo indeciso e o frio súbito que se fez sentir de um dia para o outro, pôs-me o nariz de "mau homor"! No domingo descansei, dormitei e estive acachochada na cama com o meu Bóbi (que já não tem funil.. iupiiii!) a fazer-me companhia enquanto papava as porcarias todas da TV e o efeito dos benurons se faziam sentir.

 

Hoje a cama não me queria libertar e nem queria que eu acordasse mas eu fui mais teimosa e disse-lhe que se não me "deslargasse" nunca mais lhe falava e muito menos dormia com ela. Perante estes argumentos, cedeu!

 

Por isso meus amigos, apesar da segunda-feira ser horrivel em termos de trabalho, e desta moleza que teima em não me largar, estou aqui vivinha da silva. :)

Admito.

Não sou grande fã de falar ao telefone. Deixei de apreciar este "desporto", já não tenho paciência para estar todos os dias horas ao telefone.

Não é que não goste de falar com as pessoas mas prefiro fazê-lo face to face se possível.

Tenho de admitir que gosto mais de mandar mensagens.

Quem diz a verdade não merece castigo, não é?

{#emotions_dlg.sarcastic}

Da minha ingenuidade.

Sou uma pessoa muito ingénua em muitas coisas, principalmente na relação com os outros porque acredito. Acredito que os outros são como eu, que nunca têm segundas intenções e que são sinceros.

 

Creio sempre que posso confiar nos outros e, por isso, abro o meu coração, verbalizo o que me vai na alma e penso que os outros farão o mesmo comigo. Às vezes sou ingénua o suficiente para acreditar que quando algumas pessoas me dizem que são minhas amigas, o são mesmo. Mas as atitudes dessas pessoas revelam que o não são. E eu não me procupo nada. Sei quem é mesmo meu Amigo. 

 

Lamento apenas que essas pessoas se convençam que são sinceras e que pensem que podem convencer os outros do mesmo. 

 

Parece que a ingenuidade é uma característica do (meu) signo leão, segundo disse alguém na casa dos parvedos. E não é que me reconheci ali?

 

Por incrível que vos possa parecer, este post foi inspirado no que alguém disse na tal casa...

Será que pifei de vez?!?

:P

Pág. 1/2